O texto principal já está concluído e a obra inteira passa por revisão de erros em intervalos irregulares; as pequenas anjas podem entrar sem medo — 2024.3.26 **Chen Hui:** uma escrava corporativa comum e sem nada de extraordinário. Durante um turno extra, ela cochilou um pouco e, ao acordar, estava já nos anos 90 do século passado. Chen Hui ficou chocada: ia se tornar a porca do “boom”! ia ganhar um dinheiro enorme! No entanto, aconteceu o oposto: ela reencarnou como um sem-teto sem nada — sem casa, sem dinheiro e sem identidade — e vivia sempre sob risco de ser preso como migrante sem registro. Já que veio para cá e não pode voltar, por mais difícil que seja, só resta sobreviver. Revirando lixo, morando em abrigo de carros, vendendo garrafas, recolhendo sucata... passo a passo, Chen Hui inicia uma nova vida, trabalhadora e cuidadosa. Pescar, vender frutos do mar, comprar uma casa, comprar um barco de pesca, aprender técnica... pouco a pouco, em direção às estrelas e ao mar, Chen Hui segue firme. No processo de crescimento, surgirão muitas escolhas; independentemente da escolha feita, será sempre a escolha que Chen Hui, naquele momento, menos se arrependerá. **17177:** uma inteligência artificial vinda de alta latitude. O 17177, quase capaz de tudo, ao atravessar a barreira do tempo e espaço, ficou com apenas algumas funções frágeis e com um hospedeiro totalmente comum. Nunca tinha encontrado uma criatura tão fraca; mas, com a energia esgotada e funções danificadas, o que mais fazer? Aguentar e sobreviver. Enquanto ajuda o hospedeiro, o 17177 também guarda seus próprios planos. **Protagonista masculino:** do pequeno Li sem nome ao Li Xin com nome e sobrenome. Como um órfão adotado, foi entregue ao sobrinho do pai adotivo para ser cuidado. “Isso já é muita sorte”, diz Li Xin para si mesmo. Ele se esforça para evoluir e construir sua própria carreira. Ao encontrar Chen Hui, no começo só a achava uma “cabeça de cenoura” irritante; depois, foi gradualmente atraído pela atitude dela diante da vida. Hoje, está se esforçando para afirmar sua presença. **Atualmente, a obra inteira também está em revisão de erros de forma irregular, e os lembretes dos pequenos anjos são bem-vindos.** Atualização diária, geralmente às 21h. Se no futuro o horário mudar, avisarei com antecedência.
Dois Montes, uma das ruas mais conhecidas de Porto Jade, estava, naquela manhã, envolta em uma luz tênue. Os comerciantes preparavam-se para o dia, ocupados com suas tarefas, e a atmosfera era vibrante e cheia de vida.
Porém, um grito agudo e angustiado rompeu a tranquilidade.
“Morreu alguém, morreu alguém...” Um menino, com roupas remendadas e ainda escorrendo o nariz, corria e gritava, limpando o muco no batente de uma porta enquanto passava, antes de seguir adiante. Que notícia! Ele precisava contar aos amigos imediatamente.
“Ei, moleque, quantas vezes já te disse para não limpar o nariz no meu batente? O festival do Deus da Fortuna já foi embora de tanta raiva!” O velho Chen, dono da loja de variedades, pulava de indignação à porta, mas era habilidoso: pegou uma folha, cobriu o muco, raspou com uma espátula, segurou as pontas e lançou a folha no lixo. Pronto, limpo de novo!
“Você que acostuma ele. Em todo Dois Montes, só na sua porta ele faz isso.” O senhor Tan, dono da loja de ferragens ao lado, em sua camisa nova, relaxado na cadeira de balanço, provocava, apontando para o balcão da loja de Chen.
Sobre o balcão de vidro, havia uma caixa de sapatos, de onde Chen tinha tirado a folha. Dentro, várias outras estavam guardadas, claramente para o pequeno travesso.
“Ei, ei, ei, nem comece com isso!” Chen, constrangido, empurrou a caixa para dentro. “Com sua conversa, quase esqueci do principal.”
“Aquele moleque não disse que alguém morreu? Vamos, nada de dormir até tarde, vamos ver o que aconteceu. Se precisar, chamamos a polícia,