Roku, da raça humana, por causa de um bug das 【Regras】 foi acidentalmente arrastada para o mundo interno e acabou caindo com sucesso em um canto escondido ainda não aberto. Ela ainda foi cruelmente perseguida pelos guardiões desse mapa. Exausta e sem forças, Roku tentou lutar mais um pouco, engoliu de uma vez o globo de luz azul no centro da floresta e, no segundo seguinte, uma voz mecânica alegre soou: “Din don! Boss faltante da instância 【Floresta Fenzhou】 localizado. A vaga de Boss foi preenchida.” Os guardiões pararam de persegui-la; toda a floresta festejou sua chegada, e ela, em silêncio, levou a mão ao topo da cabeça, que estava um pouco coçando. Roku: “……” Parece que ela... tinha crescido chifres. :D* Por causa de um problema de alteração de identidade inexplicável, as 【Regras】 compensaram Roku com um sistema auxiliar de cultivo de Boss para ajudá-la a sobreviver no mundo interno. Roku olhou para a sua Floresta Fenzhou, arrasada e desolada, e também para o marco vermelho da floresta que já estava sob a mira de outros lordes, e escolheu ali mesmo uma coordenada de localização reversa. Não é que ela falasse muito; o certo é que ela é muito boa em agir primeiro. :) Pouco depois, entre os Bosses de alto nível surgiu uma recém-chegada. Monstros de várias instâncias, curiosos, iam observá-la às escondidas: a novata tinha chifres brancos na cabeça, cabelos prateados e olhos azul-ciano; ouviu-se que ela dominava um território-floresta de nível máximo sem limites, era cruel e astuta, com aparência e caráter opostos, e que há um mês liderava o ranking interno de poder total dos Bosses. Monstros: “……” Esses novos tão assustadores assim? E ainda: na autenticação de identidade divulgada internamente há pouco, parecia haver uma palavra chamada “humano”, não é??? Os jogadores humanos então avisaram os companheiros: “Ouviram dizer que há um boss de instância de personalidade malvada que gosta de se passar por jogador. Temos que ficar em alerta.” E justo então, a inocente Roku, que estava sendo isolada por parecer fraca demais para alguns jogadores, piscou sem culpa e assentiu docilmente, obediente. *Fluxo infinito comum, não é conto de horror de regras; o nome específico do meme já foi mostrado, o guia de leitura está na fala do capítulo 1.* *A protagonista é um pouco sombria, às vezes uma ghost girl melancólica e úmida; se você não aceita esse tipo, pare de ler o quanto antes.*
A respiração de Lúcio estava cada vez mais difícil e seus músculos pareciam pesar toneladas. O sabor de sangue inundava sua garganta, enquanto seus pulmões, como um fole quebrado, lutavam para captar ar. Suas pernas já quase não respondiam, mas ela sabia: parar significava morrer.
Atrás dela, o rangido seco e áspero de madeira colidindo ecoava, uma trilha incômoda que se aproximava cada vez mais. O som estava tão próximo que, de vez em quando, um sopro gélido tocava sua nuca, provocando arrepios profundos, mas Lúcio não se atreveu a olhar para trás.
Com esforço, ela fechou os olhos, tentando dissipar a névoa que turvava sua visão. Ao reabrí-los, fixou o olhar no altar próximo, em meio à floresta onde as árvores ocultavam o céu. Ali, apenas aquele espaço era aberto, iluminado pela lua, destacando um globo de luz azulada no centro de ruínas antigas.
Naquele instante, sentindo a presença atrás de si se aproximar mais uma vez, Lúcio lançou-se para frente. Seu corpo rolou pelo chão, amortecendo a queda, e ao erguer a cabeça, seus olhos mostravam determinação. Sem hesitar, ela agarrou o globo luminoso suspenso, girando rapidamente para encarar—
Uma face de madeira, sem traços, encarou-a de perto.
A criatura tinha membros anormalmente longos e o pescoço esticado, trazendo seu rosto sem feições quase a tocar o de Lúcio, exalando um frio úmido e sinistro. Mas ela não avançou mais.
A respiração pesada, o coração disparado e o cheiro de sangue misturavam-se, provocando vertigem em Lúcio, que mantinha o olhar firme, fingindo ainda ter forças, até