Após se formar no ensino técnico de Qinluan e ser designado para uma pequena cidade, Qinluan e sua equipe não se conformaram com a situação, lutaram com teimosia, trabalharam arduamente e, passo a passo, foram crescendo, mantendo a esperança voltada para o futuro. No entanto, por razões do sistema, foram forçados a deixar a unidade; depois, ao tentar retomar o trabalho, receberam negativa. Após, com alguns colegas, recorrerem pelos canais oficiais para apresentar denúncias e levarem o caso ao município e à província, enfrentaram um processo difícil, mas insistiram sem desistir. No fim, sua voz foi ouvida e retornaram à unidade original. Essa volta, para Qinluan e os outros, não significou apenas a recuperação do emprego, mas também um novo começo na carreira profissional. Ao regressar à unidade, eles valorizaram profundamente essa oportunidade; em cada um de seus postos, concretizaram seus sonhos, expressaram o valor de suas vidas, serviram o povo e escreveram um novo capítulo, recebendo o reconhecimento da liderança, dos colegas e da comunidade.
O céu de março, com suas formações de gansos retornando ao norte, atravessa nuvens e brumas, seus chamados cortam o silêncio remanescente do inverno, traçando versos poéticos no firmamento, entoando o prelúdio da primavera e compondo a melodia mais encantadora desta estação.
Março é o profundo suspiro da primavera; cada brisa traz consigo sementes de vida e esperança. Neste mês, o torpor do inverno é gradualmente despertado, tudo renasce, revelando um quadro de vida incessante e esperança infinita. Um poema dá testemunho:
Na aurora de março, a luz suave acaricia a janela,
Verdes tenros rompem a terra em busca do sol da primavera.
Rios degelam e cantam, correndo entre os vales,
Tudo desperta, vestindo-se com cores vivas.
Na manhã de março, o céu vai descortinando os véus da noite, o primeiro raio de sol surge timidamente, cobrindo o mundo com um manto dourado de suavidade e esperança. O ar, ainda fresco, traz o perfume da terra e o aroma das flores e da relva; tudo parece pulsar de vitalidade, como se a própria natureza se preparasse para um novo dia.
No dia anterior, Qin Lu recebeu uma ligação do Comitê do Partido, avisando que deveria se apresentar às oito da manhã para iniciar o trabalho.
Ela costumava começar a trabalhar cedo, mas, devido à situação econômica da unidade, voltou para casa e iniciou seu próprio negócio. Após alguns anos, desejou retornar ao Comitê, mas foi impedida, sendo orientada a aguardar em casa. Ela e alguns colegas tiveram suas jornadas suspensas; naquele instante, o sol permanecia radiante, mas ela não sent